Tombamento do território Kalunga na Chapada dos Veadeiros deve transformar o perfil do turismo na região

O processo de tombamento do território quilombola Kalunga na Chapada dos Veadeiros deve transformar o perfil do turismo na região

Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o tombamento irá fortalecer o turismo de base comunitária e ampliar o interesse de visitantes pela cultura local

A iniciativa, conduzida em parceria entre o Iphan e o Sebrae, é considerada inédita no país e pode se tornar modelo nacional para o reconhecimento de patrimônios culturais quilombolas

A proposta é transformar a ancestralidade Kalunga em diferencial competitivo, conectando a produção local a redes de comércio justo, certificações de origem e roteiros turísticos e culturais

A expectativa é que o território se consolide como referência nacional em cultura e turismo sustentável

Para lideranças da comunidade, o tombamento representa mais do que reconhecimento cultural: é também um instrumento de defesa do território e de garantia de direitos