"Quando foram asfaltar, os moradores resolveram, ninguém quis deixar cortar [...] E todo ano, o povo faz festa debaixo desse pequi", disse Tatiane, que mora há 16 anos no setor
O engenheiro florestal, Rodrigo Carlos, disse que mesmo em volta do asfalto, a espécie consegue se manter de pé, mas, ela deve sofrer por falta de água do solo, uma vez que o asfalto absorve pouco a chuva