MP-GO questiona falta de tornozeleiras eletrônicas em Goiás

Em março, 46 detentos de Uruaçu aguardavam tornozeleira eletrônica por falta de equipamentos da Polícia Penal de Goiás.

A escassez foi informada pela Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) ao MP-GO, que cobra atualizações  e acompanha casos de soltura sem monitoramento.

Prioridade de uso é para casos da Lei Maria da Penha e violência doméstica, com foco na proteção das vítimas.

Falta de equipamentos levou juízes a decisões divergentes: alguns soltam sem tornozeleira, outros mantêm presos.

DGPP instala tornozeleiras de forma gradual e prepara licitação para contratar mais 15 mil dispositivos.

Alto custo mensal, acima de R$ 3,1 milhões, levou governo a propor que agressores arquem com o monitoramento.

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