Dinheiro contaminado pelo césio-137 levou Goiânia a monitorar mais de 10 milhões de cédulas

A circulação do dinheiro contaminado revelou uma face pouco visível do desastre ocorrido em setembro de 1987 na capital goiana.

Sem identificar a origem da contaminação, o governo criou controle inédito sobre o dinheiro para conter a radiação.

O pó radioativo de um aparelho abandonado se espalhou por casas, comércio, ônibus e objetos pessoais.

O acidente só foi diagnosticado com apoio da CNEN, permitindo mapear focos e bloquear itens contaminados.

Secretário Antônio Faleiros relata falta  de protocolos, sensação  de abandono federal e  crítica ao sensacionalismo.

O desastre gerou estigma econômico, rejeição a produtos goianos e prejuízos à economia do Estado.

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