Áricka Cunha afirma ser vítima de censura e diz que foi humilhada e algemada durante a ação policial. O delegado alega que a advogada resistiu à prisão e cometeu crimes de desacato, injúria e desobediência.
A OAB-GO aponta invasão de escritório e abuso de autoridade, acionando o Ministério Público e a Polícia Civil.
A Polícia Civil de Goiás instaurou procedimento na Corregedoria para apurar a conduta de todos os envolvidos.