Polícia não vê crime em troca de bebês e pede arquivamento

A Polícia Civil de Inhumas concluiu que não houve crime na troca de bebês descoberta pelos pais dos meninos nascidos em novembro do ano passado

No inquérito encaminhado à Justiça, o delegado Miguel da Mota afirma que a identificação dos bebês foi feita de forma correta pelo hospital e que houve uma confusão por parte de uma técnica de enfermagem na hora de entregar os
recém-nascidos aos pais

Conforme o delegado, tal erro não pode ser enquadrado dentro de alguma tipificação no Código Penal

O caso veio à tona depois que Yasmin Kessia da Silva, e Cláudio Alves descobriram por meio de um exame de DNA durante o processo de separação que não era deles o bebê que levaram do Hospital da Mulher de Inhumas

Em uma rápida apuração, antes de acionar a Polícia Civil, Yasmin e Cláudio descobriram que o
recém-nascido poderia ser de Isamara Cristina Mendanha e de Guilherme Luiz de Souza Silva

O drama de Yasmin e Cláudio teve o agravante de que, por causa da diferença física da criança, Cláudio passou a desconfiar da paternidade, e a situação causou desgaste na relação

À época, Yasmin afirmou à imprensa que diante da situação de cobrança resolveu ela também fazer o exame, pois se não fosse filho do Cláudio, também não era dela

O teste foi feito em 31 de outubro, e o laboratório chegou a pedir uma contraprova, que atestou que a criança não era
do casal

Yasmin se lembrou do outro casal que estava na maternidade, entrou em contato com eles, que resolveram fazer um exame de DNA, descobrindo que a criança que morava com eles não era o filho biológico

Ao POPULAR, Yasmin afirmou que se sente frustrada com o resultado das investigações e que discorda da justificativa do delegado para arquivar o inquérito, de que não há evidências de crime

A outra família foi procurada, mas não quis se pronunciar

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